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A Preparação do Cavalo para a Pista

A Preparação do Cavalo para a Pista

Cuidados básicos para uma boa apresentação nas pistas

Tópicos importantes que não podem ser esquecidos

 ALIMENTAÇÃO

Os animais devem receber alimentação balanceada, conforme sua idade e função.

Alguns dias antes da Exposição, misture gradativamente o feno ao capim usado no haras, até sua completa substituição.

É indicada a suplementação alimentar com os nutrientes exigidos pelas atividades preparatórias, Aumente o volume de concentrado moderadamente.

A quantidade de ração a ser fornecida por dia ao animal deverá ser de, aproximadamente, 1% de seu peso vivo.

Este volume deverá ser dividido em três refeições, para evitar as cólicas por sobrecarga do estômago do eqüino.

Também pode ser utilizado o sal mineral misturado à ração.

É recomendado dar somente capim e água antes da viagem.

Antes de instalar os animais nas baias, coloque alimento e abasteça sempre durante a exposição. Isso evita que eles ingiram casca de arroz da cama e tenham cólicas ou obstrução do esôfago.

Não deixe capim ou ração velha nos cochos, pois ao se fermentarem prejudicam a saúde do animal.

Não alimente os animais na hora  do julgamento, evitando que fiquem sonolentos e tenham a digestão comprometida.

Forneça água limpa e fresca várias vezes ao dia.

Reduza a quantidade de ração seca após os julgamentos, para prevenir distúrbios digestivos.

 MANEJO

O acondicionamento físico do animal, a estabilidade alimentar, os exercícios regulares, a convivência com o seu condutor são fatores que previnem a manifestação de cólicas, acidentes, excitação e stress.

Recolha os animais em baias individuais, para adquirirem condições estéticas de peso. pelo e cascos.

Não deixe os animais expostos ao sol em horários mais quentes, para evitar que seus pêlos fiquem queimados.

Durante o evento, não altere o manejo do animal, procurando manter a rotina do haras, o que previne a ocorrência de stress.

Não faça medicação dos animais nas baias.

Ao primeiro sinal de doença, procure o serviço médico – veterinário no Parque de Exposição.

 HIGIENE 

A saúde dos animais, principalmente pele e casco, vai estar mais assegurado com a higiene completa das baias. Camas renovadas dão conforto ao sono dos cavalos, tornando-os mais descansados e calmos.

As baias devem ficar limpas e secas, com a troca freqüente do material da cama, da água dos bebedouros e da comida do cocho.

A escovação dos animais deve ser diária, com limpeza dos cascos, desembaraçamento da crina e da cauda. O banho completo, com xampu e creme, pode ser semanal. Nos outros dias, use ducha simples.

Inicie o banho pêlos cascos e patas, passando de maneira lenta e progressiva para as pernas, ventre, órgãos sexuais, garupa, lombo e cernelha.

Para evitar choques térmicos, o animal deve estar frio antes do banho. Espere a transpiração cessar e a respiração voltar ao normal. Nos dias frios, escolha as horários mais quentes para dar banho.

 TREINAMENTO 

A definição do aspecto genético se dá também através da função. A ociosidade nas baias consolida os defeitos. Os exercícios não devem parar na Fazenda. Ao contrário, devem preceder cada atividade durante a Exposição.

O treinamento deve ser feito de preferência pela manhã, deixando o animal livre em piquetes próprios, à  tarde, para não ocorrer prejuízo com os aprumos.

Trabalhe do mais fácil para o mais difícil, seguindo o ritmo de cada animal. Sempre que possível, dê exercícios em linha reta.

Os trabalhos em círculos muito fechados prejudicam a articulação da coluna cervical (pescoço)  e dos membros.

Evite trechos pedregosos e pistas de areia.

Para os potros as subidas e descidas suaves são recomendáveis. Isso fortalece a musculatura do peito e da garupa.

É aconselhável que o ferrageamento seja feito no início do treinamento, pela última vez, dez dias antes da Exposição. Assim, pode-se detectar e corrigir problemas.

Durante a Exposição, exercite diariamente seus animais.

 TRANSPORTE

É necessário um eficaz planejamento do transporte dos animais, com antecipação das revisões e acondicionamento dos veículos. O embarque e o  desembarque devem ser feitos por pessoas experientes, diminuindo o stress dos animais. O horário tem de ser rigoroso para não haver problemas na chegada ao Parque.

Evite acidentes certificando-se se o transportador tem experiência com carga viva.

Verifique a qualidade geral do veículo, manutenção, altura, assoalho, parafusos salientes, separadores de animais, etc.

Providencie o perfeito estacionamento no embarque e desembarque.

Alimento deve ser deixado á vontade em um recipiente acessível ao animal.

Nas viagens longas, programe paradas necessárias para descanso e fornecimento de alimento e água.

Procure  não colocar fêmeas e garanhões próximos ou animais que não se dão.

No caso de animais de temperamento mais excitado, forre as grades com colchões ou esteiras e proteja com faixas as partes sensíveis como boletos e canelas, para evitar edemas.

Evite o uso de capas, que poderão aumentar a transpiração do animal.

Os animais podem ser acostumados ao transporte, com pequenos trajetos antes da viagem.

 DOCUMENTAÇÃO

Os expositores devem estar com a documentação dos animais em ordem para evitar contratempos com a fiscalização sanitária, fazendária  e funcionários responsáveis pela recepção na Exposição.

O Certificado de Registro Definitivo ou Provisório deve sempre acompanhar os animais durante o transporte.

A nota fiscal terá que acompanhar o animal que sair para outro Estado para participar de provas, treinamento ou coberturas, caso ainda não tenha recolhido o ICMS, que fica em suspenso.

A Guia de Transporte Animal (GTA) deve acompanhar todos os animais que são transportados.

O exame de Anemia Infecciosa Eqüina (AIE), no transporte dentro de um mesmo Estado, deve acompanhar todo animal que se dirige a um recinto agropecuário como os Parques de Exposição.

 RECEPÇÃO DOS ANIMAIS 

Após a chegada ao Parque de Exposição, alguns procedimentos são tomados, principalmente com o objetivo de prevenir danos á saúde dos animais e evitar que qualquer problema inviabilize a participação deles na Exposição.

O animal passa primeiro pela fiscalização do sanitária, onde deve ser apresentado o atestado negativo de AIE.

A Nota Fiscal e a GTA devem ser mostradas na secretaria do Parque.

O técnico de registro da Associação confere a resenha no registro do animal.

Antes de enviar o animal para baia, o técnico faz uma vistoria nos membros, olhos, boca e no corpo em geral.

Em caso de lesão, o animal é encaminhado para a clínica do evento, localizada no Parque.

Se a lesão for leve como entorse, inchaço, corte, escoriação, o animal é apenas medicado.

Em casos mais graves, como manqueira e cólica, o veterinário faz o tratamento e diz se o animal está ou não apto à Exposição.

Antes de cada julgamento de cada campeonato, o técnico faz nova vistoria na entrada da pista.

Durante o julgamento, se o animal apresentar algum problema, o juiz pode pedir auxilio ao técnico, que irá repetir o mesmo processo.

 APRESENTAÇÃO EM PISTA 

Um animal treinado e condicionado certamente irá fazer uma boa apresentação, mas o desempenho dos cavalos em pista depende, em grande parte, do apresentador. Ele ressalta suas qualidades, potencialidades e funcionalidade.

Os animais puxados devem ser apresentados com uma folga no cabresto. Sua cabeça não pode ficar sustentada pelo apresentador. Assim, terá liberdade para executar um passo de qualidade, elástico e equilibrado, com um movimento desejável de báscula do pescoço e não terá os posteriores sobrecarregados.

Quanto ao arreamento, a sela deve ficar mais adiantada para que o ponto de apoio do cavaleiro fique mais próximo do centro de gravidade do animal. A cilha deve estar aproximadamente três a quatro dedos atrás do codilho.

A postura do cavaleiro é importante. Ele deve manter o tronco o máximo possível na posição vertical. O olhar deve ser direcionado para o horizonte. Os braços devem descer também na vertical. O cotovelo deve estar semiflexionado. As mãos devem ser mantidas baixas, próximas á crineira.

As pernas devem estar alongadas, bem aderidas ao cavalo, proporcionando melhor condição de uso das ajudas de perna. A posição do calcanhar deve ser para baixo.

Ao empunhar as rédeas, o cavaleiro deve mantê-las em suave tensão, proporcionando um contato permanente entre suas mãos e a boca do  cavalo. Um empunhadura correta favorece o uso das ajudas de mão.

Nos animais ferrados, as ferraduras devem ser iguais, com mesmo peso e formato. Palmilhas são permitidas, mas em todos os cascos.

Na cabeçada é obrigatório o uso de testeira e faceira.

As esporas não podem ser pontiagudas ou com rosetas cortantes.

O horário dos julgamentos deve ser seguido rigorosamente.




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