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Excelente atuação de Luiz Felipe Pimenta Alves, do Brasil, na Copa do Mundo de Gotemburgo

Excelente atuação de Luiz Felipe Pimenta Alves, do Brasil, na Copa do Mundo de Gotemburgo


Excelente atuação de Luiz Felipe Pimenta Alves, do Brasil, na Copa do Mundo de Gotemburgo
conjunto 100% brasileiro na Final da Copa do Mundo de Gotemburgo; foto: divulgação

8 de abril de 2019

O último final de semana foi de grande emoção para o time brasileiro do cavaleiro Luiz Felipe Pimenta Alves, de Brasília.

Com a égua da raça Brasileiro de Hipismo GB Celine, Luiz Felipe, campeão da liga sul-americana em 2018, obteve classificação para a Final da Copa do Mundo de Hipismo, em Gotemburgo (SUE), que aconteceu de 03 a 07 de abril.

Após os dois primeiros dias de competição, no mais alto nível do esporte, o conjunto obteve classificação para o último dia de prova, onde habilitaram-se os 30 melhores conjuntos.

“Há quatro meses tomávamos a ousada decisão de saltar a Copa do Mundo. O que antes era um sonho, começou aos poucos a virar realidade. A trajetória foi longa e por muitas vezes difícil. Não medimos esforços para representar o Brasil no nosso melhor nível.! Afirmou Luiz Felipe.

O cavaleiro, juntamente com sua equipe de trabalho, optou em não largar na prova de domingo e saltar no sábado a “Gothenburg Trophy”, apresentada pela Volvo, com obstáculos a 1.55m.

Disputada com desempate, 30 conjuntos saltaram a prova. O único conjunto do Brasil fez bonito e terminou com um único ponto perdido por excesso de tempo na rodada inicial, em 69s43, na oitava colocação.

“Valeu muito a pena, foi inacreditável! Sem palavras para descrever tudo o que vivi nesses últimos dias. Saio orgulhoso e satisfeito. Preciso agradecer ao Daniel Andrade e seu apoio incondicional em todos os momentos. Sua positividade e confiança foram essenciais para chegarmos até aqui. Gratidão, Patrão!” Declarou o cavaleiro de 34 anos.

Daniel Andrade, empresário, cavaleiro e proprietário da égua BH, esteve ao lado do ginete o tempo todo e deixou claro o apoio a decisão de não saltar a prova final, para respeitar o animal e sua trajetória.

“Gostaria de um dia ainda ver o amadurecimento da mentalidade hípica do brasileiro na preparação dos nossos cavalos jovens; fazendo um paralelo com a adolescência. É onde tudo se transforma, onde afloram as qualidades ou aumentam os defeitos! Temos que entender e conduzir melhor a carreira desses jovens talentos para que possamos multiplicar o potencial do cavalo BH”.

Apenas sete conjuntos avançaram para o desempate. Venceu Rolf-Göran Bengtsson, com Oak Grove’s Carlyle, com zero em 33s27, seguido por Irma Karlsson, no dorso de Chacconu, com o tempo de 35s47. Stephanie Holmén levou Flip’s Little Sparrow ao terceiro posto, também sem penalidades, em 36s60, ambos pelas cores da Suécia.

Veja aqui o placar.






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